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A língua que todos entendem

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Tantas línguas e dialetos Num vasto leque de pronúncias. Mais abertas ou mais fechadas, Menos sonoras ou mais cantadas, A diferença é tão diversificada Que a comunicação é afetada. Ninguém se entende. O foco está em sons audíveis  E caracteres escritos. A corrida aos dicionários, enciclopédias, Ou mesmo ao Google tradutor, De nada serve. Ninguém se entende Porque ninguém se rende À língua universal: A língua do amor incondicional.

Discutem filosofia ou a nomenclatura?

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Já alguma vez aconteceu aperceberem-se de que estão a falar da mesma coisa, apenas dando-lhe nomes diferentes? Já vi isto acontecer muitas vezes. Já assisti a discussões bem acesas em que as pessoas estão absolutamente de acordo e o que discutem, sem darem por isso, é apenas a nomenclatura. Essa discussão trata-se, na verdade, de concordar ou não com o nome que se deve atribuir a algo, enquanto que, no que diz respeito à verdadeira questão, as pessoas concordam e até agem do mesmo modo. Uma forma de identificar quando é que isto acontece é pedir à outra pessoa, durante a discussão, que defina com algum pormenor o que entende por X e por Y. Se chegarem à conclusão que apenas usam nomes diferentes para a mesma realidade, então reflitam sobre esta questão: “What’s in a name? that which we call a rose By any other name would smell as sweet;” Será o nome assim tão importante?

Diz Palavras Bonitas

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Diz palavras bonitas, amáveis, inspiradoras. Diz palavras doces, amigas, motivadoras. Essas palavras podem ser o raio de sol na vida de alguém. Essas palavras podem mudar o rumo de uma situação. Essas palavras podem ser um farol numa noite escura. Diz:  - És bonita, incrível, maravilhosa. - És íntegro, inteligente, atraente.  - És competente, forte, gentil.  - Gosto de ti!  - Adoro estar contigo! - Que bom ver-te! “As tuas palavras podem não mudar o mundo. Mas podem mudar o mundo de alguém.”

O Peso Das Palavras

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As palavras que escolhemos revelam onde está o nosso foco e têm um impacto significativo na interpretação do nosso ouvinte. Treinar o hábito de escolher palavras positivas, ajuda-nos a manter o nosso foco no lado bom da vida. Uma escolha frequente de palavras negativas, por outro lado, alimenta sentimentos que nos empurram para o pessimismo. O ideal será procurar sempre harmonizar os dois extremos. Há realidades que devem ser encaradas tal como são e devem ser devidamente digeridas, sem eufemismos, sem máscaras. Há também situações comunicacionais em que a escolha das palavras pode fazer toda a diferença entre guerra e paz, casamento ou divórcio, proximidade ou distância, vitória ou derrota. Eu gosto de substituir ódio por insatisfação, raiva por aborrecimento, horror por desafio. Eu prefiro “Não me fiz perceber.” a “Tu não percebeste.”; “Pode ser melhorado aqui e ali.” a “Está mal aqui e ali.”; “Já reparaste naquele aspeto?” a “Tu só vês o que queres!”. Quem me...

E se um olhar bastasse?

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E se um olhar bastasse? E se nos entendêssemos tão bem que não fossem necessárias palavras? E se bastasse um olhar, um sorriso, um gesto? E se conseguíssemos intuir as mais de mil palavras que alguns silêncios valem? A linguagem não verbal sempre disse muito mais que a verbal. Sempre foi uma linguagem mais verdadeira, mais fiável, mais genuína. Para um bom observador, a forma de detectar uma mentira é comparando a linguagem verbal com a não verbal. Se não coincidem, as palavras não são verdadeiras. É muito difícil mentir na linguagem não verbal. Isso requer um treino muito frequente e disciplinado.  A nossa postura, o nosso olhar, o nosso sorriso, são canais diretos para o nosso interior. Estão intimamente ligados àquilo que sentimos. Por que é que os românticos dizem que o amor começou com uma troca de olhares? Os românticos pensam menos e sentem mais. Sentem-se traídos pela sua poesia, que nunca faz justiça ao sentimento, por mais artística que seja. O olhar...

Da passividade à pró-atividade

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Para se abandonar a passividade e abraçar a pró-atividade, há uma forte possibilidade de termos de experimentar um pouco de agressividade. Porquê? Uma atitude passiva coloca facilmente uma pessoa na posição de vítima contrariada, que guarda ressentimentos, ofensas e remói pensamentos. A passividade aceita o que não quer, não fala a sua verdade, sofre com uma pressão atmosférica demasiado baixa. Tudo isto causa muito sofrimento, sufoco, necessidade de rompimento. É preciso romper essa camisa de forças. É preciso força. Força, necessidade de defesa, proteção, libertação. Parece que nos estamos a preparar para o combate. É aí que experimentamos a agressividade. Ela é aquela amiguinha que surge e nos diz: “Vou proteger-te.” Usamos agressividade, recorremos àquele tom de voz ríspido, ou até mesmo palavras duras, porque temos medo de ficar na passividade. Queremos lutar para sair de lá e despertamos aquele guerreiro que existe dentro de nós. Mas esta é uma fase transitória. À medid...

Palavra vs Tom

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Para quê tanta preocupação com a escolha de palavras quando é o tom que transmite a mensagem? Sim. O tom. Às vezes basta a melodia do tom. A nossa linguagem não verbal diz mais do que nos apercebemos. Sem querer, dizemos tanto com o nosso olhar, a nossa postura, a nossa expressão facial, os nossos movimentos. Tudo isso é linguagem. Uma linguagem com muita dificuldade em dissimular, enganar, deturpar. Não ouçam apenas. Escutem. Não olhem apenas. Vejam. A palavra certa cantada com o tom do coração, bem sentida, tem muita força. Move montanhas. Opera maravilhas. A palavra errada, dominada pelo ego, comete atrocidades. Escolham bem as vossas palavras. Mas acima de tudo, cuidem bem daquilo que sentem.